Imagino que vocês devem estar se perguntando o porque de uma joalheria postar textos e imagens de questões tão diferentes, como arte, viagem, e alguns pensamentos... Não muito sobre moda e joalheria em si, mais sobre estilo de vida...
Faço isso porque a Le Mi é muito mais que uma joalheria. Para mim, ela é uma proposta de vida, uma filosofia. A Le Mi existe para tentar plantar uma sementinha de bem viver e de reflexão na minha vida, na sua vida, queremos fazer a diferença neste mundo.
Por isso, nos preocupamos em mostrar o que acontece de novo, de diferente, em questões que abragem mais que formas estéticas que - é claro - também curtimos muito e que Vcs. encontrarão por aqui.
Enfim, espero que gostem do material que está sendo apresentado, e vamos nos falando!
Beijos,
Carol
sexta-feira, 30 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
O Caminho de Abraão




Algumas pessoas têm iniciativas realmente muito bem pensadas e inusitadas nesta vida... Uma dessas iniciativas de que tomei conhecimento recentemente foi a criação do Caminho de Abraão. Idealizado por profissionais de Harvard, o caminho tem o objetivo de unir povos, independente de cunho religioso, refazendo o percorrido ao longo da vida de Abraão.
O Caminho de Abraão começa nas antigas ruínas de Harran, onde Abraão ouviu pela primeira vez o chamado "Saia da sua terra...", passando por alguns dos locais históricos e culturais mais reverenciados do mundo, culminando com a chegada ao túmulo de Abraão em Hebron/Al Khalil. Percorrendo um total de 1200 km (700 milhas), o Caminho liga alguma das paisagens, locais históricos e lugares sagrados mais lindos do Oriente Médio em um único itinerário de grande beleza e interesse.
O Projeto abre uma rota de turismo sustentável como catalisador para a prosperidade econômica da região, servindo também de plataforma neutra para a aproximação entre pessoas, o entendimento entre culturas, o desenvolvimento das comunidades, a liderança dos jovens, a preservação de locais históricos e do meio-ambiente e uma cobertura positiva feita pela mídia destacando a hospitalidade do povo da região, tentando refazer esta imagem somente de guerras e hostilidade que fazemos da região.
Será este o "novo" caminho de Santiago de Compostela? Não sei, mas esta é certamente um projeto interessantíssimo para quem está em busca do novo, de conhecer novas formas de viver e repensar nosso papel neste mundo tão grande e diversificado.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Aposte no Ouro Vermelho!

Fácil de combinar com tudo, lindo, estiloso e mais exclusivo: o ouro vermelho é a aposta certa para o outono!
Mais versátil ainda é misturá-lo com pedras de cor neutra, como o cristal de rocha em lapidação cabouchon no brinco Explore da coleção da Le Mi. Um coringão, o brinco pode ser usando de duas formas: somente a parte de cima, peça descomplicada mas chamosíssima para o dia-a-dia, e colocando a parte de baixo, como aparece na foto, com um ar mais glam, que valoriza desde um jeans com camiseta básica branca até um vestido black-tie.
Uma peça que se transforma em mil, assim como você! Seja qual for a sua forma de usar, seja qual for a ocasião, sinta-se lindíssima e explore todas as suas possibilidades!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
O coelhinho está trazendo amor!
Começa hoje a semana santa e com ela - espera-se - todo um movimento de renovação de esperança, caridade e fé.
Independente da sua religião, da sua crença, tome estes dias para refletir sobre a vida, suas provações e principalmente sobre a superação da alegria sobre a tristeza, da luz sobre a escuridão.
Algum sacrifício é recomendado, não como auto-punição, mas para lembrar que para não só de rosas este mundo é habitado. Mas que independente disso, a superação é sempre possível. Não precisa necessariamente deixar de comer carne vermelha: escolha algo que em seu coração seja um desafio verdadeiro e ofereça este sacrifício. O meu é paciência, prometi ter muita paciência e aumentar consideravelmente meu nível de tolerância neste Páscoa.
Acreditar na superação da vida, sempre, é possível se cultivarmos um sentimento tão simples e tão profundo: o amor.
"Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo." Este foi o maior ensinamento de Jesus Cristo, e o maior motivo para nossa existência: praticar este amor - pelo próximo, por aqueles que ainda nem conhecemos, por nós mesmos, pelo universo.
Cristão, Judeu, Muçulmano, ou qual seja a crença - todas igualmente aqui respeitadas - pratique sempre o amor. Coloque amor na sua vida. Dele nasce tudo o que existe de bom: caridade, respeito, esperança, fé. Tudo começa e termina em amor.
Aproveite este dia para lembrar que a vida pode se tornar muito mais feliz se em cada pequeno gesto lembrarmos de buscar dentro da gente este amor.
Feliz Páscoa!
Independente da sua religião, da sua crença, tome estes dias para refletir sobre a vida, suas provações e principalmente sobre a superação da alegria sobre a tristeza, da luz sobre a escuridão.
Algum sacrifício é recomendado, não como auto-punição, mas para lembrar que para não só de rosas este mundo é habitado. Mas que independente disso, a superação é sempre possível. Não precisa necessariamente deixar de comer carne vermelha: escolha algo que em seu coração seja um desafio verdadeiro e ofereça este sacrifício. O meu é paciência, prometi ter muita paciência e aumentar consideravelmente meu nível de tolerância neste Páscoa.
Acreditar na superação da vida, sempre, é possível se cultivarmos um sentimento tão simples e tão profundo: o amor.
"Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo." Este foi o maior ensinamento de Jesus Cristo, e o maior motivo para nossa existência: praticar este amor - pelo próximo, por aqueles que ainda nem conhecemos, por nós mesmos, pelo universo.
Cristão, Judeu, Muçulmano, ou qual seja a crença - todas igualmente aqui respeitadas - pratique sempre o amor. Coloque amor na sua vida. Dele nasce tudo o que existe de bom: caridade, respeito, esperança, fé. Tudo começa e termina em amor.
Aproveite este dia para lembrar que a vida pode se tornar muito mais feliz se em cada pequeno gesto lembrarmos de buscar dentro da gente este amor.
Feliz Páscoa!
quarta-feira, 31 de março de 2010
Anjos em nossas vidas
Com certeza vocês já passaram por alguma situação em que pessoas próximas te surpreenderam com um gesto de ajuda, carinho, suporte, enfim, um acolhimento que você não esperava receber daquela pessoa ou naquele momento.
Chamo essas pessoas de anjos. Elas aparecem no momento exato, trazem a palavra certa ou tomam uma atitude que transforma sua vida ou a vida daqueles que você ama para melhor. E como é bom poder receber esta oferta, este presente. Aliás, estes são os melhores presentes: ações, sentimentos e não objetos.
Pense em todos os anjos que apareceram na sua vida. Na minha, apareceram muitos, como sou sortuda! Que tal tirar 5 minutinhos do seu dia e ligar para esta pessoa, saber como vão as coisas. Isto te trará de volta toda aquela sensação boa e despertará em você a vontade de fazer o mesmo por outro alguém.
Pense que você também pode ser um anjo na vida das pessoas. Afinal, dar é muitas vezes mais gratificante que receber. Faça disso um compromisso e realize este feito. Amanhã você também terá muits compromissos, sempre teremos. Porque nao começar este engrenagem ainda hoje? Agora?
É nestes pequenos gestos que encontramos alegria de verdade. Acredite e cultive esta atitude!
Chamo essas pessoas de anjos. Elas aparecem no momento exato, trazem a palavra certa ou tomam uma atitude que transforma sua vida ou a vida daqueles que você ama para melhor. E como é bom poder receber esta oferta, este presente. Aliás, estes são os melhores presentes: ações, sentimentos e não objetos.
Pense em todos os anjos que apareceram na sua vida. Na minha, apareceram muitos, como sou sortuda! Que tal tirar 5 minutinhos do seu dia e ligar para esta pessoa, saber como vão as coisas. Isto te trará de volta toda aquela sensação boa e despertará em você a vontade de fazer o mesmo por outro alguém.
Pense que você também pode ser um anjo na vida das pessoas. Afinal, dar é muitas vezes mais gratificante que receber. Faça disso um compromisso e realize este feito. Amanhã você também terá muits compromissos, sempre teremos. Porque nao começar este engrenagem ainda hoje? Agora?
É nestes pequenos gestos que encontramos alegria de verdade. Acredite e cultive esta atitude!
segunda-feira, 29 de março de 2010
Exposição Andy Warhol na Pinacoteca

Este final de semana estive finalmente na exposição de Andy Warhol na Pinacoteca, em São Paulo. Que maravilha!


Gostem ou não da obra de Andy Warhol (1928 - 1987), é inegável que este excêntrico homem, maior ícone na Pop Art mundial, mudou paradigmas no mundo da arte e porque não da própria forma de enxergar o mundo, ou pelo menos de enxergar os Estados Unidos da América ou simplesmente América, como ele gostava de chamar seu próprio país.
Nascido em Pittsburg, filho de imigrantes do leste europeu, Warhol era fascinado pela conquista do sonho americano. Apresentava uma receptividade radical a novas possibilidades e a cultura que nascia: explorava temas como sexo, morte, poder e celebridades.
A Pop Art caracteriza-se pela apropriação de imagens do universo de consumo, da cultura de massa como tema. Segundo Philip Lorratt-Smith, curador da exposição, "A Pop Art pegou o que estava fora e colocou para dentro e o que estava dentro e colocou para fora." Inegável que este movimento artístico abriu espaço para a exibição da cultura popular que até hoje domina a arte contemporânea.
Warhol transitou por diversas possibilidades dentro do universo artístico. Sua primeira e talvez mais emblemática exposição aconteceu no final dos anos 50, na Ferus Gallery, em Los Angeles, quando apresentou uma série de imagens das sopas Campbell, alimento altamento democrático presente na rotina dos americanos, ricos ou pobres. Em 1962, passou a utilizar serigrafia e outros meios de reprodução mecânica, eliminando a distinção entre fotografia e pintura, assim como a Pop Art fez desaparecer a distinção entre arte "erudita" e "comercial". Warhol usou a imagem seriada para transformar produtos de consumo diário, como o ketchup Heinz, em "estrelas", além de revelar o glamour banal que a reprodução ilimitada de imagens conferiu a "estrelas" como Marilyn Monroe e Liz Taylor.


Gostando ou não da arte do Andy Warhol, é inegável que este homem tem uma forte colaboração no pensamento desta era de consumo desenfreado e supervalorização da celebridades. Só isso já vale a visita.
Pessoalmente, o que me encanta em Warhol é a simplicidade obvia, direta e por isso mesmo genial como vê o mundo. Muito dizem que ele faz uma crítica severa ao modo de vida americano. Mas pelo pouco que conheço das próprias palavras do artista, ele não tem a pretensão de fazer isso. Quer simplesmente colocar em evidência o cotidiano das pessoas, a cultura do momento.
Tem jeito mais interessante e eficaz de despertar olhares e comentários do que sendo absolutamente original, mostrando a vida como ela é, com pinceladas ou impressões de criatividade visceral e genuína?
Vale muito a pena conferir.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Um dia comum
Sabe aqueles dias em que você simplesmente acorda mais feliz? Então, hoje é um desses dias. Nada de diferente da rotina comum aconteceu. Mesmo horário de acordar, mesmos compromissos, mesma agenda, mesmos planos para terminar o dia e conseguir completar a missão de colocar 1001 tarefas em apenas 24 horas.
Mas alguma coisa aconteceu de diferente. Um sentimento de paz interior. Dirigindo pela caótica Av. Faria Lima, uma da mais movimentadas de São Paulo, às 8 da manhã, liguei o som do carro e segui escutando "Como uma Onda no Mar", de Lulu Santos. Que presente! Que saudades, não sei bem saudades de que, mas desconfio que seja dos momentos em que simplesmente me dava ao luxo de parar para escutar uma música. Aliás, isso sim é luxo.
Muitos dizem que luxo é ter tempo. Não concordo plenamente. Luxo é saber aproveitar o seu tempo. É saber que a vida não pára, que são mil coisas para fazer ao mesmo tempo, mas conseguir ter a serenidade para fazer uma de cada vez. E estar presente, de corpo e alma, em cada uma delas. Tempo assim sobrando quase que ninguém tem. E conheço muitos que tem e estão intimamente deprimidos com isso, porque acreditam que suas vidas são vazias. Por isso digo que saber viver nesta loucura de hoje, conseguindo escutar de verdade uma música, ah, isso sim é um luxo!
De repente percebi uma mudança de atitude. Deixei o carro de trás - claramente estressado e apressado ainda tão cedo - passar na minha frente. Aumentei o som. Cantei. Percebi que de fato "... há tanta vida lá fora". Avistei um sinal amarelo e, ao invés de acelerar, freiei. Que sensação recorfortante que tive em não ter que correr. Quebrei a correria automática que sem perceber a gente mesmo se impõe. Que alívio, por algo tão pequeno. Aliás, é isso que a Le Mi planta mesmo: buscar os sentimentos mais simples e sinceros no nosso dia-a-dia. Este repiro aliviado. Hoje eu experimentei esta sensação e como foi gostosa!
Não foi só o carro que freiei, mas toda a angústia da correria da rotina. Lembrei - sim, porque a gente esquece! - que as coisas na vida vêm e vão e que de verdade o que faz a diferença é a nossa atitude perante o mundo. Que a vida vale a pena mesmo quando a gente não corre, mas dança os movimentos cotidianos. "Como uma onda no mar..."
Mas alguma coisa aconteceu de diferente. Um sentimento de paz interior. Dirigindo pela caótica Av. Faria Lima, uma da mais movimentadas de São Paulo, às 8 da manhã, liguei o som do carro e segui escutando "Como uma Onda no Mar", de Lulu Santos. Que presente! Que saudades, não sei bem saudades de que, mas desconfio que seja dos momentos em que simplesmente me dava ao luxo de parar para escutar uma música. Aliás, isso sim é luxo.
Muitos dizem que luxo é ter tempo. Não concordo plenamente. Luxo é saber aproveitar o seu tempo. É saber que a vida não pára, que são mil coisas para fazer ao mesmo tempo, mas conseguir ter a serenidade para fazer uma de cada vez. E estar presente, de corpo e alma, em cada uma delas. Tempo assim sobrando quase que ninguém tem. E conheço muitos que tem e estão intimamente deprimidos com isso, porque acreditam que suas vidas são vazias. Por isso digo que saber viver nesta loucura de hoje, conseguindo escutar de verdade uma música, ah, isso sim é um luxo!
De repente percebi uma mudança de atitude. Deixei o carro de trás - claramente estressado e apressado ainda tão cedo - passar na minha frente. Aumentei o som. Cantei. Percebi que de fato "... há tanta vida lá fora". Avistei um sinal amarelo e, ao invés de acelerar, freiei. Que sensação recorfortante que tive em não ter que correr. Quebrei a correria automática que sem perceber a gente mesmo se impõe. Que alívio, por algo tão pequeno. Aliás, é isso que a Le Mi planta mesmo: buscar os sentimentos mais simples e sinceros no nosso dia-a-dia. Este repiro aliviado. Hoje eu experimentei esta sensação e como foi gostosa!
Não foi só o carro que freiei, mas toda a angústia da correria da rotina. Lembrei - sim, porque a gente esquece! - que as coisas na vida vêm e vão e que de verdade o que faz a diferença é a nossa atitude perante o mundo. Que a vida vale a pena mesmo quando a gente não corre, mas dança os movimentos cotidianos. "Como uma onda no mar..."
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